quinta-feira, 17 de maio de 2012

Arte Urbana

Na parede corrompida

Surge um rosto de mulher

Em contornos suaves

Mostrando no desenho

Feminilidade...

Grafite que transforma o feio

Em obra de arte...

O amor precisa de espaço

De cúmplices,

E no desenho encontra seu traço.

Não há marchant, nem ateliê,

Somente as ruas

Eu e você,

Expressando o momento

Que não se quer deixar

Obra que não foi feita

Para durar...

Quem será ele,

O artista apaixonado?

Quem será ela,

O ser idolatrado?



Cristina Ferber